Pintura Crônica

Z42 Arte contemporânea – FOZ

Desdobrar a pintura
partitura para Maria Palmeiro

Tudo está se movendo.
Parece inviável qualquer estabilidade.
Já registramos a tridimensionalidade, o contexto, o ambiente na pintura.
Vimos a pintura ir e voltar.

Interessa o que acontece à pintura.
Ou melhor, a pintura é o acontecimento.

A informação não é experiência. *
O ritmo é.
O trabalho é ritmo.
O corpo é trabalho.

Uma dinâmica diurna.
E a rotina como visualidade.

Deixemos as variações.
A dispersão vai fazendo sentido.
Não por serialidade mas por repercussão.

São parâmetros, propostas.
Cores e arbítrio articulando espaço.
Muitos projetos viáveis.
Instalação, performance, jogo.
Enquanto alternamos a desconsideração com a reverência.

É finito porque é presencial.

*Jorge Larrosa Bondía
Notas sobre a experiências e o saber da experiência

curadoria e texto João Paulo Quintella
assistente de curadoria Ana Clara Bourdagohe

fotografias de Gustavo Maia / projeto gráfico de Nina Farkas
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Ilha é um ajuntamento dos trabalhos de uma ou um artista. Porção de terra rodeada por mar. Arremedo particular. O formato conciso, centrado, nos isola. Encontramo-nos em um território ínsular de pesquisa e produção. Aqui aproximam-se gestos, imagens e materiais que integram um campo de pensamento e geram um estado próprio de concentração. Uma ilha, afinal, tem encantamentos singulares.

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